Conhecemos a Casa Rosada
Já não estávamos mais em Porto Alegre. Era
uma avenida bem larga, com muitos prédios enormes. As pessoas ao nosso redor
falavam espanhol. Mas aquilo era muito diferente. Eu não sentia meu corpo, nem
meu próprio peso. Olhei para baixo e levei um susto: eu havia sumido! Eram
apenas meus olhos flutuando em um país hispânico. Éolo apareceu do meu lado,
ele estava inteiro, e disse:
----Agora que estamos aqui, quero lhes falar onde está a
Pedra Cardeal do Leste. Ela está bem ali – disse ele apontando para um grande
castelo rosa – e está protegida pelo exército de um país inteiro. Estamos na
Argentina, – antes de ele terminar, eu já sabia que castelo era aquele. – e
aquele é a sede do governo, a Casa Rosada. Agora, vamos voltar para o Brasil...
As cores dos prédios e da Casa Rosada foram se misturando
e eu estava de volta aquela cozinha magnífica, junto com meus amigos que
estavam tão confusos quanto eu. Duda perguntou:
----Se a pedra está lá, porque você não nos deixou lá
para recuperá-la?
----Minha querida, deixe-me explicar a vocês como o mundo funciona. – Ao dizer isso, imagens começaram a flutuar pela mesa, eram imagens de deuses de várias crenças. - Todos esses deuses existem, pessoas de todo o mundo cultuam eles. Egípcios, gregos, romanos, asiáticos, maias, incas, astecas, havaianos... Enfim, existem milhares de nós. Mas vocês nunca vão encontrar eles juntos. Por que no mundo existem fronteiras. Nós deuses, temos leis, e a maior delas é respeitar o território dos outros. Se eu ousasse pisar na Argentina, seria destruído por uma força suprema que mantêm o mundoem paz. Essa “Força
Suprema” vocês conhecem muito bem.
----O Deus de todas as coisas– disse Duda.
----Isso mesmo – respondeu Éolo. – Por isso a pessoa que trocou as Pedras de lugar levou-as para outros países. Ele sabe que os deuses não podem atravessar as fronteiras.
----Então como você nos levou até lá? – quis saber Bocs.
----Sou o deus dos ventos. Onde há vento, eu posso “dar uma espiadinha”. E vocês nem são deuses, vocês podem ir a qualquer lugar do mundo sem serem “repreendidos”. Quando eu soube que Aristeu havia escolhido vocês para realizar essa missão, decidi testá-los. Por isso resolvi roubar sua bússola. Vocês passaram no teste. Aqui está seu brinquedinho. – Ao dizer isso, nossa bússola apareceu sobre a mesa. – Durante o dia todos vocês testemunharam os poderes de um deus não-olimpiano. Imaginem os poderes dos deuses do Olimpio...
----Seria um pouco constrangedor conhecer os poderes de Afrodite – disse JP.
----Não se engane com as aparências, jovem semideus. – Falou Éolo. – Mas ela é realmente encantadora, se vocês querem saber.
Todos nós rimos para descontrair. Por fim, o deus dos ventos disse:
----Vocês podem dormir aqui hoje, mas levantem cedo, pois vou dar uma carona para vocês até onde eu posso ao amanhecer.
Assim nós fizemos. Duda pegou a bússola e guardou em sua mochila. Quando cheguei ao quarto, haviam duas beliches. Bocs logo disse.
----Não vou dormir na mesma beliche que o JP.
----Nem eu ia querer dormir na mesma que você. – Respondeu JP.
Eu e Duda reviramos os olhos. Era tão infantil aquela implicância... Mas eu acabei levando meu colchão para a cozinha para não ouvir as brigas dos dois, Duda tentou continuar ali entre eles dois. Eu tinha que dormir bem, amanhã o dia seria bem difícil, então a Duda chegou trazendo seu colchão.
----O que aconteceu? –perguntei.
----Aqueles dois não param de discutir, posso dormir aqui?
----Claro! –então na mesma hora me virei e apaguei.
Quando os raios do sol finalmente alcançaram minha cara pela janela daquela cozinha, me coloquei de pé com uma energia de um touro, procurando algo para comer, como se eu havia adormecido por vários meses.
----Levantou bem cedo em Math. –disse Èolo.
----Não entendo porque eu levantei tão cedo, eu sempre acordo tarde.
----Melhor assim, venha tome seu café. –disse ele dando um sorriso.
----Vou escovar meus dentes primeiros, quando nós sairmos? –perguntei.
----Provavelmente umas 7:30.
Fui escovar meus dentes, então eu voltei para a cozinha para tomar um café bem forte que Éolo fizera. Quando eu me levantei, fui arrumar as minhas coisas, e enfim me juntei a Éolo q ue estava sentado no meio-fio daquela rua com um aparelho de som aparentemente bem potente, mas estava tocando uma música baixa, novamente do Bob Marley que eu conhecia bem.
----Math, não que eu esteja certo de nada, mas tenha bastante cautela sobre esta missão, mas não só sobre si mais sobre toda sua equipe.
----Eu sei que é minha primeira missão, e já me colocam como o líder do grupo, sei que é realmente muita responsabilidade, mas irei fazer o possível para trazer a vitória para todos nós, como nosso amigo Bob Marley dizia “A vida é para quem topa qualquer parada. Não para quem pára em qualquer topada.”
----Muito bem lembrado Math, nós perdemos uma grande pessoa em nosso meio, mas ele nos serviu de exemplo, como ele era ousado, ele se defendia e tentava defender o seu próximo, e mesmo com tantas derrotas que aconteceu na vida dele, ele sempre se ergueu e continuou lutando para dias melhores.
----Mas acho que agora vou ali acordar meu parceiros para irmos logo.
Entrei e acordei Duda que havia dormido na cozinha juntamente comigo, então terminei de acordar Jp e Bocs por último. Saímos pouco antes do horário desejado de saída, o carro dele era por incrível que pareça uma Brasília antiga preta, mas bem conservada, logo depois chegamos no aeroporto, nos despedindo de Éolo agradecidos por tudo o que ele fizera por todos nós, quando desviamos os nossos olhos para analisar o aeroporto e viramos novamente notamos que ele já não estava mais ali. Compramos nossas passagens bem em cima da hora, pois o avião já estava na pista há um tempo, então corremos apressadamente para que não tivéssemos chegado tarde demais, mas com muita sorte conseguimos entrar tranquilamente. Desta vez eu fiquei em uma poltrona no meio sem nenhum de meus amigos por perto, mas Bocs, Duda, JP haviam conseguido lugares um do lado do outro.
----Não se preocupe seu forever alone, chegaremos em algumas horas. –disse Duda dando gargalhadas ignorando todos que estavam olhando para ela.
Então o avião finalmente decolou tranquilamente com o destino a Buenos Aires, meu pequeno medo já havia sumido por que eu deveria me acostumar, pois tinha a sensação de que eu viajaria em um avião mais vezes, mas então me acomodei e tentei relaxar.
----Muito prazer, me chamo Ângela. –disse uma garota que estava sentada no meu lado direito, ela tinha um rosto bem bonito, ela usava uma calça jeans, sapatilha e uma blusa regata acompanhada por um colete jeans.
----Me chamo Matheus, mas todos me chamam de Math.
----Lindo nome, assim como você. –disse ela mordendo os lábios.
----Posso dizer o mesmo.
----Você deve ter 16 anos? –perguntou ela.
----Tenho 15, e você também tem 15. –disse a ela como se fosse um detetive bem experiente.
----Meus parabéns, você acertou.
Então começamos com uma conversa bem agradável, eu sabia que ela estava interessada em min por causa de suas várias indiretas, mas eu tentava me conter, porque achava que eu um dia reencontraria minha preciosa Julia, enquanto estava tendo esses pensamentos, Ângela pegou minha mão direita sem eu perceber enquanto pensava e quando eu me dei conta do que estava acontecendo, Ângela me deu um beijo no canto de minha boca. Mas eu havia me esquecido de quanto o amor era bom, então por um momento não hesitei em me virar e dando um tipo de meus beijos em sua boca.
----Você é cheio de surpresas em? –disse ela puxando minha camisa em direção a ela para beija-la novamente.
Então quando nossos lábios se tocaram, tive a sensação de que Julia ainda estava em algum lugar me esperando, então consegui me conter desta vez.
----Vamos só sermos amigos, digamos que eu ainda tenho um donzela para resgatar.
----Adoro garotos românticos e misteriosos, mas se você quer assim então seja eu sei se quiser te beijar de novo eu poderia, mas ela seria melhor do que eu?
----Sim..., não..,. Não quero me comprometer, perdendo uma grande amiga como você, mas essa donzela conseguiu conquistar meu coração.
----Eu entendo, sei como é isso, mas o meu príncipe nunca mais apareceu para me buscar, mas infelizmente o único homem que conheço que chega perto de ser um príncipe é você Math, mas não vou tira-la de seus pensamentos, eu conseguiria mas você a ama. –disse ela rindo para mim.
Concordei, mas então continuamos a conversar durante a viajem enquanto os meus amigos dormiam, eu sabia que estava realmente cansado, e percebi que Ângela também estava começando a tombar de sono, dando varias piscadas e bocejando, então coloquei a cabeça dela em meus ombros e minha cabeça sobre a dela, parecia que éramos um casal apaixonado a um bom tempo ao olhar das pessoas a nossa volta, então quando dormimos, tive um lindo sonho com Julia. Ela estava em um lugar bem bonito, com árvores, e um rio que passava atrás dela indo até chegar a uma grande lagoa, e ela falava.
----Math, eu sei que você se lembrou de min hoje, enquanto essa Ângela tentava te agarrar, mas ela parece ser uma boa companhia, mas por favor eu sei que você é fraco por garotas bonitas, mas você me Vera em breve, não fique ocioso demais, só termine essa missão o mais rápido que conseguir.
----Posso ser fraco por garotas bonitas, mas meu dia-dia é mais tranquilo até o momento em que minha cabeça me leva até você. Minha cabeça me trai, o coração aperta, a atenção esvanece o frio na barriga... Com tantos sintomas a saudade até parece doença, mas sei que a cura é a sua presença..., você me da esperança para continuar a lutar.
----Tome cuidado durante a missão meu grande príncipe. –disse Julia acenando para min.
Capitulo-4 Parte-2
----Minha querida, deixe-me explicar a vocês como o mundo funciona. – Ao dizer isso, imagens começaram a flutuar pela mesa, eram imagens de deuses de várias crenças. - Todos esses deuses existem, pessoas de todo o mundo cultuam eles. Egípcios, gregos, romanos, asiáticos, maias, incas, astecas, havaianos... Enfim, existem milhares de nós. Mas vocês nunca vão encontrar eles juntos. Por que no mundo existem fronteiras. Nós deuses, temos leis, e a maior delas é respeitar o território dos outros. Se eu ousasse pisar na Argentina, seria destruído por uma força suprema que mantêm o mundo
----O Deus de todas as coisas– disse Duda.
----Isso mesmo – respondeu Éolo. – Por isso a pessoa que trocou as Pedras de lugar levou-as para outros países. Ele sabe que os deuses não podem atravessar as fronteiras.
----Então como você nos levou até lá? – quis saber Bocs.
----Sou o deus dos ventos. Onde há vento, eu posso “dar uma espiadinha”. E vocês nem são deuses, vocês podem ir a qualquer lugar do mundo sem serem “repreendidos”. Quando eu soube que Aristeu havia escolhido vocês para realizar essa missão, decidi testá-los. Por isso resolvi roubar sua bússola. Vocês passaram no teste. Aqui está seu brinquedinho. – Ao dizer isso, nossa bússola apareceu sobre a mesa. – Durante o dia todos vocês testemunharam os poderes de um deus não-olimpiano. Imaginem os poderes dos deuses do Olimpio...
----Seria um pouco constrangedor conhecer os poderes de Afrodite – disse JP.
----Não se engane com as aparências, jovem semideus. – Falou Éolo. – Mas ela é realmente encantadora, se vocês querem saber.
Todos nós rimos para descontrair. Por fim, o deus dos ventos disse:
----Vocês podem dormir aqui hoje, mas levantem cedo, pois vou dar uma carona para vocês até onde eu posso ao amanhecer.
Assim nós fizemos. Duda pegou a bússola e guardou em sua mochila. Quando cheguei ao quarto, haviam duas beliches. Bocs logo disse.
----Não vou dormir na mesma beliche que o JP.
----Nem eu ia querer dormir na mesma que você. – Respondeu JP.
Eu e Duda reviramos os olhos. Era tão infantil aquela implicância... Mas eu acabei levando meu colchão para a cozinha para não ouvir as brigas dos dois, Duda tentou continuar ali entre eles dois. Eu tinha que dormir bem, amanhã o dia seria bem difícil, então a Duda chegou trazendo seu colchão.
----O que aconteceu? –perguntei.
----Aqueles dois não param de discutir, posso dormir aqui?
----Claro! –então na mesma hora me virei e apaguei.
Quando os raios do sol finalmente alcançaram minha cara pela janela daquela cozinha, me coloquei de pé com uma energia de um touro, procurando algo para comer, como se eu havia adormecido por vários meses.
----Levantou bem cedo em Math. –disse Èolo.
----Não entendo porque eu levantei tão cedo, eu sempre acordo tarde.
----Melhor assim, venha tome seu café. –disse ele dando um sorriso.
----Vou escovar meus dentes primeiros, quando nós sairmos? –perguntei.
----Provavelmente umas 7:30.
Fui escovar meus dentes, então eu voltei para a cozinha para tomar um café bem forte que Éolo fizera. Quando eu me levantei, fui arrumar as minhas coisas, e enfim me juntei a Éolo q ue estava sentado no meio-fio daquela rua com um aparelho de som aparentemente bem potente, mas estava tocando uma música baixa, novamente do Bob Marley que eu conhecia bem.
----Math, não que eu esteja certo de nada, mas tenha bastante cautela sobre esta missão, mas não só sobre si mais sobre toda sua equipe.
----Eu sei que é minha primeira missão, e já me colocam como o líder do grupo, sei que é realmente muita responsabilidade, mas irei fazer o possível para trazer a vitória para todos nós, como nosso amigo Bob Marley dizia “A vida é para quem topa qualquer parada. Não para quem pára em qualquer topada.”
----Muito bem lembrado Math, nós perdemos uma grande pessoa em nosso meio, mas ele nos serviu de exemplo, como ele era ousado, ele se defendia e tentava defender o seu próximo, e mesmo com tantas derrotas que aconteceu na vida dele, ele sempre se ergueu e continuou lutando para dias melhores.
----Mas acho que agora vou ali acordar meu parceiros para irmos logo.
Entrei e acordei Duda que havia dormido na cozinha juntamente comigo, então terminei de acordar Jp e Bocs por último. Saímos pouco antes do horário desejado de saída, o carro dele era por incrível que pareça uma Brasília antiga preta, mas bem conservada, logo depois chegamos no aeroporto, nos despedindo de Éolo agradecidos por tudo o que ele fizera por todos nós, quando desviamos os nossos olhos para analisar o aeroporto e viramos novamente notamos que ele já não estava mais ali. Compramos nossas passagens bem em cima da hora, pois o avião já estava na pista há um tempo, então corremos apressadamente para que não tivéssemos chegado tarde demais, mas com muita sorte conseguimos entrar tranquilamente. Desta vez eu fiquei em uma poltrona no meio sem nenhum de meus amigos por perto, mas Bocs, Duda, JP haviam conseguido lugares um do lado do outro.
----Não se preocupe seu forever alone, chegaremos em algumas horas. –disse Duda dando gargalhadas ignorando todos que estavam olhando para ela.
Então o avião finalmente decolou tranquilamente com o destino a Buenos Aires, meu pequeno medo já havia sumido por que eu deveria me acostumar, pois tinha a sensação de que eu viajaria em um avião mais vezes, mas então me acomodei e tentei relaxar.
----Muito prazer, me chamo Ângela. –disse uma garota que estava sentada no meu lado direito, ela tinha um rosto bem bonito, ela usava uma calça jeans, sapatilha e uma blusa regata acompanhada por um colete jeans.
----Me chamo Matheus, mas todos me chamam de Math.
----Lindo nome, assim como você. –disse ela mordendo os lábios.
----Posso dizer o mesmo.
----Você deve ter 16 anos? –perguntou ela.
----Tenho 15, e você também tem 15. –disse a ela como se fosse um detetive bem experiente.
----Meus parabéns, você acertou.
Então começamos com uma conversa bem agradável, eu sabia que ela estava interessada em min por causa de suas várias indiretas, mas eu tentava me conter, porque achava que eu um dia reencontraria minha preciosa Julia, enquanto estava tendo esses pensamentos, Ângela pegou minha mão direita sem eu perceber enquanto pensava e quando eu me dei conta do que estava acontecendo, Ângela me deu um beijo no canto de minha boca. Mas eu havia me esquecido de quanto o amor era bom, então por um momento não hesitei em me virar e dando um tipo de meus beijos em sua boca.
----Você é cheio de surpresas em? –disse ela puxando minha camisa em direção a ela para beija-la novamente.
Então quando nossos lábios se tocaram, tive a sensação de que Julia ainda estava em algum lugar me esperando, então consegui me conter desta vez.
----Vamos só sermos amigos, digamos que eu ainda tenho um donzela para resgatar.
----Adoro garotos românticos e misteriosos, mas se você quer assim então seja eu sei se quiser te beijar de novo eu poderia, mas ela seria melhor do que eu?
----Sim..., não..,. Não quero me comprometer, perdendo uma grande amiga como você, mas essa donzela conseguiu conquistar meu coração.
----Eu entendo, sei como é isso, mas o meu príncipe nunca mais apareceu para me buscar, mas infelizmente o único homem que conheço que chega perto de ser um príncipe é você Math, mas não vou tira-la de seus pensamentos, eu conseguiria mas você a ama. –disse ela rindo para mim.
Concordei, mas então continuamos a conversar durante a viajem enquanto os meus amigos dormiam, eu sabia que estava realmente cansado, e percebi que Ângela também estava começando a tombar de sono, dando varias piscadas e bocejando, então coloquei a cabeça dela em meus ombros e minha cabeça sobre a dela, parecia que éramos um casal apaixonado a um bom tempo ao olhar das pessoas a nossa volta, então quando dormimos, tive um lindo sonho com Julia. Ela estava em um lugar bem bonito, com árvores, e um rio que passava atrás dela indo até chegar a uma grande lagoa, e ela falava.
----Math, eu sei que você se lembrou de min hoje, enquanto essa Ângela tentava te agarrar, mas ela parece ser uma boa companhia, mas por favor eu sei que você é fraco por garotas bonitas, mas você me Vera em breve, não fique ocioso demais, só termine essa missão o mais rápido que conseguir.
----Posso ser fraco por garotas bonitas, mas meu dia-dia é mais tranquilo até o momento em que minha cabeça me leva até você. Minha cabeça me trai, o coração aperta, a atenção esvanece o frio na barriga... Com tantos sintomas a saudade até parece doença, mas sei que a cura é a sua presença..., você me da esperança para continuar a lutar.
----Tome cuidado durante a missão meu grande príncipe. –disse Julia acenando para min.
Capitulo-4 Parte-2
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