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terça-feira, 24 de julho de 2012

Capítulo 1 Parte 2


No outro dia eles voltaram de caras viradas um para o outro, e JP mesmo sabendo da perda do amigo, não quer saber de mais nada a não ser de uma vingança que ele tanto fala. Fui saber do que estava acontecendo depois de um bom tempo. Mas meu sonho desde então é que eles voltassem a ser amigos.
    ----Bem comovente. –disse eu.      
         Eu fiquei bastante chateado quando fiquei sabendo de tudo aquilo, pois eu era um cara bem extrovertido, e depois quando perdi minha querida Julia fiquei bem triste, não encontrava meu humor e essas histórias não me ajudavam, só pensava em como seria minha vida sem meu amor para me alegrar novamente.
        Mas eu então me lembrei que do que Julia vivia me dizendo. Se a vida lhe oferece limões faça dela uma limonada, então eu me levantei meio triste e lembrei de como minha vida estava, e se eu ficasse só ali sentado, tenho certeza de que Julia iria me dar um sacode; Então me levantei e fui logo treinar para descobrir mais sobre como é ser um filho de um deus.
        Eu estava treinando bastante, acordava cerca de 6h da matutina, para dar tempo de treinar um pouco antes dos eventos que Aristeu criara para toda aquela garotada, pois ele criava muitos eventos e eu tinha que aproveitar muito o tempo livre para treinar, então meu dia só acabava perto de meia-noite.
        Bocs e Duda já tinham se tornado meus melhores amigos daquele acampamento, mas ainda assim Duda e eu tentávamos falar com JP, mas ele não gostava de conversas.
        A semana havia passado ligeiramente rápida e quando me dei conta me lembrei que já estávamos no sábado daquela semana e no Domingo Aristeu me dissera que iria me mandar a uma missão. Ele me disse que Poseidon havia me escalado para essa missão. Mas eu precisava levar comigo mais três pessoas. Eu não podia questionar nem negar, pois ele era certo do que fazia e também era uma autoridade maior. Já sabia que iria levar Bocs e Duda comigo eles já tinham até confirmado, queria levar Charlie também, mas eu não o via há um bom tempo, então decidi que iria levar JP sem ele saber que eu pretendia isto.
        O sol já havia se posto e Aristeu já estava preparando uma fogueira para todos nós naquela noitinha, e eu ainda não havia visto Charlie então fiquei certo de que chamaria JP para participar da missão. Quando reunimos todos naquela noite em volta daquela fogueira sinistra, Aristeu já chegou chamando a atenção de todos que lá estavam e me perguntou.
    ----Math! A missão da busca das pedras Cardeais é toda sua, sei que você não teve muito tempo para treinar e talvez ainda não tenha dominado a Èdige de seu pai, mas precisamos o quanto antes desse artefato antes que algo pior aconteça.
    ----Eu sei que ainda não estou pronto, mas vou dar tudo de mim nessa missão.
        Todos olharam para mim com grande admiração, percebi nos olhos das pessoas que aquela deveria ser uma missão muito difícil. Mas como sempre, eu estraguei tudo perguntando:
    ----Mas, afinal, o que essas pedras fazem de importante?
        Não precisou de mais nada pra estragar minha fama... Alguns riram e fizeram piadinhas de mal gosto, porém Aristeu falou:
   ----As pedras Cardeais são relíquias que matem o nosso mundo em perfeito equilíbrio, ele é muito poderoso. Mas ele foi roubado e agora estamos correndo perigo com o chamado “aquecimento global”. Agora diga, quem você ira levar para essa missão?
    ----Pensei em levar meus novos amigos, Bocs, Duda e meu amigo Charlie, mas como eu não consegui ver Charlie decidi que vou levar JP.
         JP estava lá quieto como sempre, e quando eu anunciei que iria levá-lo a missão ele só me deu uma olhada direta mostrando raiva extrema.
   ----Muito bem então... –disse Aristeu. ----Mas quero te lembrar que você será o líder de seu grupo, deve proteger todos e jamais se separarem por motivos inconvenientes.
        Depois de meu anúncio, senti uma responsabilidade imensa, pois eu sabia que o destino da Terra estava em minhas mãos, e qualquer coisa que acontecesse de errado com o grupo a culpa seria minha. Não fiquei com o resto do pessoal na fogueira, até porque eu já havia perdido o ânimo, treinei um pouco naquela noite e fui finalmente descansar em minha cama pensando em alguma estratégia que eu poderia usar com meu grupo escalado.
         Naquela noite, por algum motivo eu não estava conseguindo dormir e depois de todo aquele treinamento que eu fizera o dia inteiro era para mim estar exausto. Mas decidi que era melhor dar uma volta pelo vilarejo, enquanto eu andava admirando o quanto aquela noite estava bonita, consegui ouvir alguns sons de pisadas, então eu parei e corri para a sala de treinamentos e fiquei só escutando os passos se aproximarem, parecia ser somente uma pessoa e me escondi, aquela pessoa entrou na sala, usando um traje de couro, uma espada de cada lado de sua cintura e uma máscara preta, e então ele entrou no centro de treinamento se perguntando aonde estava o artefato, eu não sabia do que ele estava falando, mas vi quando ele pegou uma espada comum aos meus olhos pelo menos e arrancou  o cabo, e tirou um largo fio de ouro de dentro da lâmina da espada; Então ele encaixou o cabo na espada novamente e começou a andar lentamente para ninguém o ver, não me vi quando eu me atirei para a Èdige de meu pai que estava pendurada na parede e o barrei na porta. Ele se assustou, mas depois viu que arma eu estava segurando e falou.
    ----Pobre garoto! Você sabe o que está segurando?–Perguntou o ladrão.
    ----Pode apostar que eu sei.
    ----Aposta feita. –ele tirou um sarro.  ---- Essa é a lendária Èdige de Poseidon, ele não esta com ela agora pois seu tridente ainda é bem mais poderoso. --disse o ladrão e continuou. ---- Se você realmente sabe o que está usando, puxe essa espada e me empeça que eu saia daqui com o fio de ouro.   
        Olhei para aquela Èdige lendária e tentei tirar a espada com muita força, mas nada aconteceu.
   ----Eu sabia , ninguém é capaz de usar essa lenda, agora deixe-me passar.
        Fiquei ali parado sem poder fazer nada enquanto ele passava por mim, mas consegui lembrar de tudo que eu tinha passado com Julia e o quanto ela era otimista e alem do mais todo aquele meu treinamento duro não podia ter sido em vão, foi quando supliquei ao meu pai que me desce forças para deter aquele ladrão, foi quando uma energia veio em meus pés, subiu até a cabeça e finalizou em meus braços, arranquei a espada do escudo e quando eu observei o que tinha acontecido a Èdige lendária estava sobre minha posse, fui logo atrás daquele ladrão gritando.
    ----Hei! Deixe este fio de ouro no chão imediatamente e então deixarei você ir embora.--- Ele se virou dando risadas de mim até que olhou em minhas mãos.
    ----Não pode ser que um garoto de 15 anos tenha dado conta de adestrar a Èdige lendária.
         Ele começou a andar para trás meio trupicando até que ele voltou a si e puxou suas espadas e veio para cima de min. Com muita facilidade defendi o primeiro golpe de sua espada primária, mas a outra conseguiu me acertar um corte em meus ombros, mas como ele estava completamente desarmado já fiquei confiante, então fui para cima dele com uma investida usando o escudo, mas ele se esquivou com um salto mortal para frente perfeito, agarrando novamente sua espada.
    ----Você pode ter dominado a Èdige lendária, mas tenho certeza de que você não tem idéia do poder que está em suas mãos.
    ----Não tive muito tempo de lutar com ela, mas aprendi como deter um ladrão!!!
         E fui para cima dele com uma voadora aérea enganosa, então ele se esquivou tentando me acertar um golpe nas costas, mas me virei rapidamente e defendi as suas duas espadas e terminei com uma estocada em seu ombro direito, ele estava com muita dor, mas ainda podia correr, então acertei o escudo em suas pernas de um jeito que ele não conseguia andar. Aristeu apareceu meio sonolento até que percebeu o que havia acontecido.
    ----Math você dominou a Èdige lendária e ainda deteve um ladrão com ela?
    ----Acho que sim. --eu disse, achando que Aristeu ficaria nervoso por algum motivo, mas lembrei do quanto ele é gente boa.
    ----Meus parabéns Math por esse ato nobre. Tem certeza de que você irá levá-la para sua missão?
    ----Agora que eu sei o quanto essa arma possui segredos, não pretendo abandona-la por nada. --eu disse.         
         Ele achou a Èdige impressionante e pediu minha permissão para pega-la em quanto eu contava o que havia acontecido, mas quando ele foi segurar primeiramente o escudo, ele não teve forças e o mesmo caiu sobre seu braço esquerdo, então eu ergui o escudo com muita facilidade e guardei a espada.
    ----Acho melhor a gente só conversar, me dou por vencido, de todos os adversários que enfrentei esse foi um dos únicos que me derrubou. –disse Aristeu rindo.
        Ninguém havia levantado, depois de toda aquela barulheira e eu não sabia como, só estava agradecido, então eu me levantei e pedi permissão a Aristeu para mim dormir.
----Ah sim! Me esqueci de que você tem um longo dia amanhã, tenha um ótimo resto de noite. –ele riu novamente.
Fui para cama e o sono rapidamente me encontrou. No outro dia Aristeu sabia que eu havia dormido tarde e então me deixou descansar mais um pouco, pois aquela era uma grande missão. Logo depois de um tempo eu me levantei coloquei uma calça jeans, calcei meu tênis da Adidas, camisa branca, acompanhada por um colete de couro leve, arrumei minha trouxa colocando tudo que eu precisaria na missão, tomei meu café e fui logo me despedir de Aristeu e dos outros amigos meus que ali estavam.
Bocs, Duda e JP já estavam me esperando para partirmos, quando cheguei ao local da despedida, Aristeu chegou com nossas seguintes armas específicas, para Bocs ele deu um arco e um alfanje cheio de flechas douradas com pontas prateadas, para Duda ele deu entregou apenas um gládio e uma faca, para JP ele entregou duas espadas leves, e para mim ele entregou a Èdige lendária. Depois, Aristeu entregou uns frascos de cores estranhas para Bocs e alguns outros itens foram colocados dentro de uma caixa de primeiros socorros.
----Vocês precisam consultar o representante dos deuses no Rio de Janeiro. Ele mora no último andar do hotel mais luxuoso de Copacabana, chamado Il Magnífico. Boa sorte Math, cuide bem de sua equipe e voltem vivos com as partes das pedras Cardeais.
----Tudo bem, nós iremos dar conta do recado. –disse Duda.




terça-feira, 17 de julho de 2012

Capítulo 1 - Parte I


Perca de minha
querida Julia




Os espíritos da natureza já tinham certeza: algo estava errado. Incêndios devastavam todo o mundo, terremotos derrubavam prédios, a seca na África provavelmente mataria metade da população em algumas semanas. Os deuses tinham que tomar alguma providência.
Zeus convocou uma reunião com os outros deuses para discutir o roubo das Pedras Cardeais, pois suas partes foram roubadas sobrando apenas o lado Note, que se encontrava protegida no coração da floresta Amazônica. Hades estava em seu reino: mundo inferior. Zeus mandou Hermes avisa-lo que o artefato mágico fora roubado. O Senhor dos Mortos nunca se importou com os problemas do Olimpo e dessa vez não foi diferente. Expulsou Hermes e mandou uma mensagem para os deuses:
     ---- Isso não é problema meu.
Eu Math,filho de Poseidon, morava no Rio de Janeiro, capital. Ser um semideus nunca foi um problema para mim. Era legal ser diferente. Eu tinha os cabelos meio loiros, usava uma bermuda havaiana favorita, camisa desabotoada e um chinelo, carregava minha prancha autografada pelo grande Robert Kelly, havia acabado de surfar uma onda gigante que ninguém nunca havia conseguido; faminto procurei ir para a lanchonete McDonald’s com minha namorada Julia de olhos claros, magra, pele morena, cabelos longos negros, muito extrovertida, a pessoa mais bacana que já conheci. Julia sabia que eu era um semideus, mas eu a fiz prometer que não iria contar isso para ninguém. Na verdade, acho que ela não ia contar mesmo se não tivesse feito a promessa, pois, quem acreditaria que sou filho de Poseidon, um deus da mitologia grega?
Enfim, ela pediu um x-burger e uma coca-cola em lata, era difícil entender para onde ia toda aquela comida, pois Julia era muito magra. Math pediu o de sempre: batata frita, coca-cola e um x-salada. Quando terminamos de comer paguei a conta e saímos da lanchonete para conversar enquanto levava ela para sua casa, de repente um grande trovão desceu em cima da cabeça dela tão rapidamente que ela simplesmente desintegrou. Então eu cai em prantos de choro, lágrimas escorriam como duas cachoeira sobre minha face, fiquei muito assustado não sabia o que estava acontecendo, então o meu amigo Charlie ouviu o barulho da explosão, veio correndo e disse:
     ---- Temos que ir embora daqui, não olhe para ninguém.
     ---- O quê? O que está acontecendo cara?
     ---- me siga e vamos logo, por que nós três temos que chegar ao vilarejo.
     ---- Nós três? Que vilarejo? – perguntei.
     ---- Não se preocupe explico tudo no caminho.
Chegamos ao carro e entramos rapidamente. O carro era um Astra simples, prata, lá tinha outro cara de olhos castanhos escuros, cabelo encaracolado negro, magro e alto, se chamava JP. Ele logo me pareceu que não gostava de conversar, era muito quieto. JP estava ao volante, preparado para sair do local o mais rápido possível. Agora Charlie não tinha como escapar de minhas perguntas.
    ---- O que aconteceu com Julia? Porque fugimos daquele raio tão apavorados? Ouvi dizer que um raio não cai no mesmo lugar duas vezes...
    ---- Calma ai, uma pergunta de cada vez...
    ---- Ok, o que aconteceu com minha namorada?
    ---- Zeus queria tirar suas distrações mortais para que você se concentrasse nas suas missões que agora você terá que realizar.
    ---- E porque fugimos tão apavorados? Zeus quer me matar também?
    ---- Não, é porque os monstros conseguem sentir os poderes dos deuses. E Zeus só queria dar um alerta que seu pai pediu. - Respondeu Charlie.
          No caminho notei que JP estava muito, muito quieto e então perguntei quem realmente ele era.
    ----Sou filho do poderoso Zeus, um semideus igual a você.
    ----Não se preocupe Math, é normal do JP ser calado assim mesmo. –disse Charlie
    ---- Eu sinto muito pela sua namorada, mas era preciso que aquilo acontecesse, não se sinta culpado.
          Ah única coisa que eu pensava sobre tudo aquilo ter sido minha culpa, e meu coração estava ardendo de raiva de Poseidon, e de JP simplesmente do fato do pai dele ter feito aquilo com Julia. Tentei não culpar JP de tudo, pois ele era só o filho de Zeus.
          Nosso destino estava demorando muito chegar ao fim, percebi que estávamos em uma rodovia ah um bom tempo, o sol já havia se posto e só restara aquele lindo céu estrelado com uma enorme lua cheia. Eu já estava cochilando quando de repente senti o carro parando, em fim tínhamos chegado ao nosso vilarejo, Charlie me levantou ainda com muito sono, consegui olhar apenas umas casinhas de madeira, ele logo me levou para um quarto para mim descansar, pois aquele foi um dia muito cansativo.
          Eu sonhava com um reencontro meu com minha preciosa Julia, em um lugar desconhecido muito bonito bem vivo, onde havia águas cristalinas, lindas árvores e pássaros cantando suavemente uma canção que eu gostava muito da banda internacional Coldplay, e ela dizia que nunca mais iria me abandonar em todos os dias de minha vida.
         Acordei com um grito de Charlie em cima de mim falando que queria me apresentar tudo e a todos, me levantei meio tonto como de costume me arrumei com uma roupa informal, como um uma calça jeans camiseta e uma jaqueta que eu gostava muito, tomei café e logo sai com Charlie para dar um reconhecimento do local, fomos andando enquanto ele dizia...
    ----Math este é o vilarejo de que te falei, se chama de Al de Baram, aqui você encontrara muitos semideuses como você.
    ----Venha aqui quero te mostrar um lugar!
        Enquanto ele me levava notei que o chão era de grandes pedras antigas em forma de losango casas de madeira com detalhes simples, tudo bem simpático e simples, no meio da cidade havia uma grande fonte de água limpa, havia a estátua de um cavaleiro em cima de um pégaso segurando uma Èdige (um escudo com uma espada no centro deslocável para batalha).
        Finalmente havíamos chegado ao lugar onde Charlie queria me mostrar.
    ----Aqui é o lugar de treinamento dos templários, aquele é meu grande mestre que me treinou para cuidar de você. –Fiquei bastante surpreso com aquele arsenal de espadas, lanças, arco e flechas, mas só uma Èdige, mas não havia uma espada qualquer em seu centro, havia uma espada de dois gumes muito afiada com o cabo em forma de um tridente, deveria ser muito importante então perguntei ao Charlie.
    ----Charlie, porque de todo esse arsenal existe somente aquela Èdige solitária?
    ----Aquela não é uma Èdige qualquer, aquela Èdige somente seu pai ou talvez com muito treino você consiga usa-la. –Muito fascinado com aquela arma decidi treinar o mais rápido possível para conseguir usa-la. Não treinei muito como queria, pois estava eu muito admirado com aquele lugar e queria dar um reconhecimento do local, chamei Charlie para me apresentar tudo e ele concordou.
         Começamos a andar e ele sempre me mostrando o quanto as meninas eram bonitas, mas nenhuma conseguia tirar meus pensamentos da Julia, Enquanto estávamos andando apareceu um homem simpático falando:
    ----Bem vindo filho de Poseidon, me chamo Aristeu, sou filho de Apolo e diretor de atividades de Al De Baram, qualquer coisa que precisar é só me falar. –Eu concordei e continuei a conhecer mais pessoas com Charlie.
   ----Venha vou te apresentar a uma pessoa, ele é irmão do Aristeu. –disse Charlie.
       Estava meio com medo, pois muitas pessoas lá não queriam saber de novos amigos, e muitas vezes quando Charlie me apresentara aos outros, eles me cumprimentavam e davam sorrisos sarcásticos, tipo de quem não queria me ver ali. Mas não me intimidei.     
        Então Charlie cumprimentou um garoto alto, cabelo castanho assim como os seus olhos, usava roupas informais, como uma calça jeans e camiseta preta comum. Então Charlie me apresentou a ele.
    ----Hei Math esse é Bocs, Filho de Apolo também.
    ----Olá, muito prazer me chamo Matheus, mas pode me chamar de Math.
    ----Acho que vocês dois serão bons amigos.
    Então Charlie se virou e avistou uma das filhas de Atena que parecia conhecê-la a um bom tempo.
    ----Muito bem Math, vou ali resolver uns assuntos, mas agorinha eu volto. – Fiquei confuso, quando Charlie olhou para ela e se entristeceu.
    ----Não se preocupe com ele. –disse Bocs, e foi logo me contando o que estava acontecendo com Charlie
    ----Aquela é Elisah, uma grande paixão dele, desde que me conheço por filho de Apolo, sei o quanto ele a ama e a única coisa que ele queria que não acontecesse era se separar dela, mas por algum motivo que não sei bem o que ela quer se separar dele.
        Eu não entendi porque Elisah queria separar dele, pois eles pareciam ser um casal tão bacana, e principalmente Charlie, pois eu o conhecia a muito tempo e sabia o quanto ele era gente boa e tratava as pessoas bem, cheguei a pensar que talvez esse era o problema, mas então percebi que talvez isso era só um pensamento bobo. Mas então me virei quando chegava um garota de cabelos castanho escuro, usando uma roupa informal igual a de Bocs, ela me parecia muito extrovertida e bem humorada, me deu um breve Oi! E foi logo perguntando para ele quem eu era.
    ----Esse é Math, amigo de Charlie e filho de Poseidon.
        A garota ficou me estudando com os olhos, parecia tentar descobrir se eu era confiável ou não.
    ----Ops, já ia me esquecendo de me apresentar, sou Maria Eduarda, mas pode me chamar de Duda sou amiga de Bocs, filha de Atena.
         Bocs não gostou de quando ela disse aquilo, e então Duda notou que eu tinha reparado isso e me falou.
    ----Bocs ficou assim porque odeia ser filho de deuses.
    ----Eu queria levar uma vida normal, com pessoas normais, com uma família normal, mas em vez disso sou só o filho do grande deus Apolo correndo riscos o tempo todo. Mas eu já estou começando a me acostu..., não muito satisfeito, mas conseguindo me acostumar.
    ----Mas tudo bem, aqui você tem bons amigos como eu – disse Duda. -- Estaremos sempre aqui quando você precisar.
         Então ouvi uma vós, era do senhor Aristeu chamando o meu novo amigo Bocs, ele se levantou e foi ver o que queria.
         Enquanto ele ia, Duda se sentou ao meu lado e começou a falar do que ele também não gostara da vida.
    ----Bocs tinha um grande amigo, o seu melhor amigo, ele se chamava João Pedro, mas conhecido como JP, talvez você já o conhecesse, mas em fim, Bocs e JP era uma dupla inseparável, sempre saiam para as mesmas missões, mas então certo dia eles discutiram sobre um erro que JP fizera na missão que não sei exatamente o que era, mas sei que foi algo grave, então Bocs começou a discutir com ele sobre isso.






Capitulo 1 - Parte 2

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Explicações

Sejam bem vindos!

 Nesse blog postaremos nossas aventuras de semideuses.Quatros semideuses: uma filha de Atena,um filho de  Apolo, um filho de Zeus e um de Poseidon.